A Microsoft divulgou seus resultados financeiros e aproveitou a conferência com investidores para destacar um marco impressionante: o Windows 11 atingiu oficialmente 1 bilhão de usuários no mundo.
Segundo a empresa, o Windows 11 chegou a esse número em 1.576 dias, um ritmo mais rápido do que o Windows 10, que levou 1.706 dias para alcançar a mesma marca. O CEO Satya Nadella classificou o momento como um feito importante para o ecossistema Windows, apontando que o sistema operacional está expandindo sua base com mais velocidade do que na geração anterior.
Windows 11 acelera com a migração após o fim do Windows 10
O crescimento do Windows 11 também acontece em um cenário bastante específico: com o fim do ciclo de vida do Windows 10, muitos usuários e empresas estão sendo “empurrados” para a migração, especialmente aqueles que ainda dependem de máquinas antigas e precisam atualizar seus sistemas.
Nesse contexto, a escolha mais lógica para grande parte do mercado acaba sendo o Windows 11, já que ele representa a versão atual e o foco total da Microsoft daqui para frente.

Um sistema que mudou bastante desde 2021
Lançado em 5 de outubro de 2021, o Windows 11 já está no mercado há tempo suficiente para passar por uma transformação significativa. O que começou como uma espécie de “repaginada” do Windows 10 acabou se tornando uma experiência mais moderna, com interface renovada, novos layouts e uma identidade visual mais atualizada.
Ao mesmo tempo, essa evolução veio acompanhada de críticas. A tentativa da Microsoft de centralizar cada vez mais recursos em um único sistema gerou uma série de problemas ao longo do tempo, principalmente envolvendo atualizações que causaram falhas, bugs inesperados e até travamentos em alguns casos.
Atualizações recentes voltaram a colocar o Windows 11 no centro das críticas
Mesmo com a base enorme de usuários, o Windows 11 continua sofrendo com um problema que virou praticamente uma “marca registrada” do sistema: atualizações que chegam para corrigir uma coisa e acabam quebrando outra.
Nos últimos meses, vários pacotes de update foram criticados por usuários por conta de instabilidades, bugs aleatórios e comportamentos estranhos após a instalação — o que reforça a sensação de que o Windows 11, apesar de moderno e popular, ainda passa por dificuldades no controle de qualidade.
Isso alimenta um contraste curioso: enquanto o sistema bate recordes de adoção e cresce em ritmo acelerado, parte do público segue reclamando justamente do ponto mais importante para qualquer sistema operacional: confiabilidade no dia a dia.

Receita do Windows cresce 5%, mas abaixo do esperado
Nos números do trimestre, a divisão do Windows registrou crescimento de 5% em relação ao ano anterior, um resultado positivo, porém descrito como apenas moderado dentro das expectativas internas da companhia.
A Microsoft esperava um impulso maior principalmente em dois pontos: mais fabricantes comprando licenças do Windows 11 (as chamadas OEMs) e uma onda mais agressiva de consumidores migrando para novos dispositivos com Windows 11, especialmente com o Windows 10 chegando ao fim.
Ou seja, mesmo com a marca histórica de usuários, a empresa acredita que o Windows ainda poderia estar crescendo mais em termos de receita.
E o futuro? Microsoft quer que o Windows 11 dure por bastante tempo
Por fim, a mensagem que fica é clara: a Microsoft não parece ter pressa em substituir o Windows 11 tão cedo. A empresa pretende manter o sistema como uma versão “duradoura”, com atualizações e melhorias constantes ao longo dos próximos anos.
Na prática, isso significa que pode demorar até que vejamos algo como um Windows 12, ou uma nova geração que realmente substitua o Windows 11 como a plataforma principal.
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