A Ubisoft revelou uma nova equipe de liderança para comandar o futuro de Assassin’s Creed. Segundo a empresa, o trio será responsável por guiar a franquia em um “novo capítulo ambicioso”.
O movimento acontece em um momento delicado para a companhia, que enfrenta reestruturações internas, demissões e pressão do mercado.
Quem assume o comando da franquia
A nova estrutura será formada por três veteranos da própria série:
Martin Schelling — Chefe de Marca
Martin Schelling assumirá como líder da marca. Ele ficará responsável pela estratégia geral, visão de longo prazo e desenvolvimento da franquia.
Schelling já atuou como produtor e produtor sênior em títulos marcantes da série, como Assassin’s Creed: Revelations, Assassin’s Creed IV: Black Flag, Assassin’s Creed Origins e Assassin’s Creed Valhalla.
Jean Guesdon — Chefe de conteúdo
Jean Guesdon liderará a direção criativa da franquia. Ele também dará suporte aos projetos em andamento e ajudará a moldar o futuro da série, mantendo sua essência.
Guesdon foi diretor criativo de Black Flag e Origins, além de ter participado da franquia desde Assassin’s Creed II. Seu retorno sinaliza uma tentativa clara de reconectar a marca às suas raízes criativas.
François De Billy — Chefe de excelência em desenvolvimento
François De Billy ficará responsável por fortalecer processos de produção e execução dentro da franquia.
Ele já atuou como Diretor Sênior de Produção Global e participou de diversos títulos importantes, incluindo Revelations, Black Flag, Origins e Valhalla.

Tentativa de estabilidade após anos difíceis
A reformulação acontece após um período complicado para a Ubisoft. Nos últimos anos, a empresa enfrentou:
- Demissões em estúdios, incluindo cortes recentes em Toronto
- Fechamento de unidades, como o estúdio de Halifax
- Cancelamento de múltiplos projetos
- Queda no valor das ações
- Reestruturações internas
- Parceria estratégica com a Tencent para reforçar sua posição financeira
Além disso, atrasos e recepção morna de alguns lançamentos afetaram a percepção do público sobre a consistência da empresa. Nesse cenário, colocar veteranos experientes no comando de Assassin’s Creed pode ser visto como uma tentativa de restaurar confiança interna e externa.
O que isso significa para o futuro
Assassin’s Creed continua sendo uma das propriedades mais valiosas da Ubisoft. A franquia já passou por reformulações estruturais no passado, como a transição para o modelo RPG em Origins e Valhalla.
Agora, com uma nova liderança e sob pressão de mercado, o desafio será equilibrar inovação com identidade. A promessa de um “novo capítulo ambicioso” precisa vir acompanhada de estabilidade operacional — algo que a Ubisoft tenta reconstruir após anos turbulentos.
A escolha de nomes profundamente ligados aos principais sucessos da franquia indica uma estratégia clara: apostar na experiência para evitar novos tropeços e reposicionar Assassin’s Creed como pilar central da recuperação da empresa.
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