Ele também contou um pouco mais sobre o xCloud e estratégias para o Xbox Scarllet.

Em entrevista ao site The Verge, Phil Spencer deu alguns detalhes sobre o xCloud e algumas estratégias para o próximo Xbox. Ele também falou um pouco sobre outros assuntos. Veja alguns trechos dessa entrevista:

– Porque o Scarlett foi anunciado tão cedo? Podemos ver que foi a mesma coisa com o Xbox One X.

Eu acho que anunciar o Scorpio 18 meses antes de seu lançamento foi bom para nós […] prefiro não ter que fingir que não temos nada em desenvolvimento quando todo mundo sabe que temos. Então algumas pessoas perguntam: qual o nome do Scarlett? Qual o valor para ele? E eu respondo que nós ainda não pensamos nisso ainda […]

– O Xbox One X não saiu há muito tempo atrás e você o chama de console mais poderoso. Como você sabe quando lançar algo ainda mais poderoso?

Com o Scarlett nós queremos dar efeitos visuais mais fiéis […] por isso nós estamos trabalhando com a AMD para trazer uma CPU, GPU, memória RAM, SSD, suficiente para fazer com que o Scarlett atinja nossas metas.

– Você consegue explicar em palavras simples do que se trata o xCloud?

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Existem dois tipos: o de streaming de console (servidor particular) e o xCloud. O xCloud possui placas-mãe do Xbox nos datacenters do Azure. Você poderá jogar a qualquer momento, com qualquer dispositivo, sem precisar de ter um Xbox. Agora, o streaming é você transformar seu Xbox One em um servidor particular. A gente só vai colocar na nuvem para você. […]Nós ainda não decidimos um valor para o xCloud, iremos fazer o teste público, e depois anunciaremos uma data e valor para o serviço começar. Eu acho a assinatura do xCloud muito parecida com a do Game Pass.

– Streaming com o Xbox Scarlett será possível? Como isso irá acontecer?

Atualmente nós temos vários Xboxs Ones nos datacenters do Azure. Nós iremos definir o projeto Scarllet e depois iremos customiza-lo para funcionar em streaming […].

– Se o Xbox One X for o console mais potente e, dois anos depois, houver um novo console mais potente, isso não diminui o que isso significa?

Não precisamos vender nenhuma versão específica de um console para que possamos atingir nossas metas de. O negócio não é quantos consoles você vende. O negócio é quantos jogadores estão jogando os jogos que compram, como eles jogam. Então, se alguém comprou um Xbox One original de nós no dia do lançamento, e eles estão comprando e jogando, eu não preciso vender um S. Eu não preciso vender um X. Se eles querem ficar no Xbox One que eles têm e permanecem como um grande membro de nossa comunidade ou se inscrevem no Game Pass, isso é um ótimo negócio para nós.