Lançado originalmente para PC e Xbox 360 em 2012, Deadlight ganhou uma nova versão (Director’s Cut) em junho deste ano para Xbox One. O título traz novas animações, resolução melhorada (1080p), melhorias nos controles e um novo modo “Survival Arena”, que promete ser “um dos maiores desafios zumbis feitos até hoje”, segundo os desenvolvedores.

História

A trama do jogo se passa durante a década de 80, em uma Seattle devastada pela presença dos Shadows – nome dado aos zumbis no game. O personagem principal, Randall Wayne, busca incessantemente pela sua família, junto a um grupo de sobreviventes. Porém, logo no início do jogo ele acaba se separando dosdemais e precisa atravessar a cidade sozinho.

Jogabilidade

Para sobreviver, o jogador terá de evitar hordas de zumbis e combater os inimigos em momentos oportunos. É preciso também escalar construções, pular obstáculos edesvendar eventuais puzzles para prosseguir a jornada. Como todo bom jogo de plataforma, temos uma imersão 2D, que apesar de ser linear, conta com alguns desvios que premiam o jogador com colecionáveis e novos upgrades para o personagem.

O grande diferencial desta edição de DeadLight é o modo “Survival”. Nesse modo, o jogador está dentro de um hospital e tem que se manter vivo o maior tempo possível, no início a escassez de armas dificulta muita, mas conforme o personagem adquiri novos equipamentos a quantidade de zumbis cresce desordenadamente, tornando ainda mais difícil a sobrevivência.

Gráficos

Visualmente, Deadlight é um jogo bonito e com boa direção artística, mas as animações não são extraordinárias. Ao escalar objetos, é fácil notar algumas animações estranhas/não naturais ou, por exemplo, durante a recarga de uma arma, perceber poucos frames de animação.

Os cenários são bem elaborados,  caracterizando bem o ambiente pós-apocalíptico. O único problema dos cenários é o exagero de escuridão em diversos momentos do jogo, dificultando a visualização de inimigos e objetos importantes.

Diversão

Consideramos o jogo bem divertido, já que ele foge um pouco do estilo clássico de jogos de zumbi, com o ambiente em 2D temos uma imersão diferente do habitual, o jogo apresenta uma dificuldade interessante já que o personagem é facilmente abatido pelos inimigos quando pego e os suprimentos são bem escassos.

A nova versão de Deadlight ainda possui um making of, artes conceituais e outros materiais extras. Além do modo Survival, o jogador poderá usufruir do modo Nightmare  após terminar o jogo – modo em que o jogador só tem apenas uma vida e não existem checkpoints. Existem também diversos itens espalhados pelo jogo que complementam a narrativa, como os diários de Randall. Apesar da curta campanha (cerca de quatro horas), esses pequenos extras e modos valorizam o fator replay.

Trilha sonora

O jogo conta com uma trilha sonora bem simples, nada de especial, até por que o grande destaque na parte sonora do jogo é o silêncio… o que deixa a aventura bem mais tensa, assim o jogo pode ficar mais atento aos  detalhes como o barulho da chuva caindo, os passos dos “shadows” ou até mesmo alguém pedindo ajuda.

Conquistas

As conquistas do jogo são simples, nada que não tenhamos visto em outros games, completar capítulos, derrotar inimigos,  coletar os colecionáveis, talvez, a conquista mais “hardcore” seja completar o modo Nightmare.

Veredito

O jogo cumpre o seu papel, consegue divertir o jogador (apesar do curto tempo de duração), a versão completa traz uma lista completa de itens, que para quem é fã do gênero é uma boa pedida. O que faz o nível do jogo ser elevado, sem dúvidas, é o modo Survival que traz grandes desafios.

REVER GERAL
História
Gráficos
Jogabilidade
Trilha Sonora
Conquistas
Diversão
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